Aonde nasceu o expressionismo

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Gabriela Cristina do Nascimento Gabriel nº12  6E


August Macke
August Macke foi um pintor expressionista alemão.
Em Paris, onde esteve pela primeira vez em 1907, Macke pôde conhecer a obra dos impressionistas e logo depois mudou-se para Berlim, onde passou alguns meses no estúdio de Lovis Corinth. Seu estilo formou-se à maneira do impressionismo francês e do pós-impressionismo. Posteriormente atravessou um período fauve.
Em 1909 casou-se com Elizabeth Gerhardt.
Em 1910, graças à amizade com Franz Marc, Macke encontrou Kandinsky e, por um curto período, compartilhou da estética não-objetual e dos interesses místicos e simbólicos do grupo Der Blaue Reiter.
O encontro com Robert Delaunay em Paris, no ano de 1912, representou para Macke uma espécie de revelação. O cubismo cromático de Delaunay, que Apollinaire havia definido como orfismo, influenciará a produção do artista dali em diante. Suas “Vitrines” podem ser consideradas como interpretações pessoais das "Janelas" de Delaunay, combinadas com a simultaneidade de imagens que se encontra no Futurismo italiano.
A atmosfera exótica da Tunísia, onde Macke esteve em 1914 com Paul Klee e Louis Moilliet, foi fundamental para a criação da abordagem luminista do seu período final durante o qual produziu uma série de trabalhos atualmente considerados como obras-primas.
A carreira de Macke foi bruscamente interrompida por sua morte prematura, em combate, na Primeira Guerra Mundial.

Obras

  • 1905, "Angler am Rhein"
  • 1909, "Selbstportrait mit Hut", Städtisches Kunstmuseum Bonn
  • 1910, "Akt mit Korallenkette", Sprengel Museum Hannover
  • 1910, "Bildnis Franz Marc", Neue Nationalgalerie, Berlim
  • 1911, "Marienkirche im Schnee", Hamburger Kunsthalle
  • 1911, "Dorfstrasse mit Kirche in Kandern", Museum für Neue Kunst Freiburg
  • 1911, "Der Sturm", Saarland-Museum, Saarbrücken
  • 1911, "Gemüsefelder", Städtisches Kunstmuseum Bonn
  • 1912, "Großes helles Schaufenster", Sprengel Museum, Hannover
  • 1912, "Farbige Komposition (Hommage à Johann Sebastian Bach)"
  • 1913, "Farbige Formen I", Westfälisches Landesmuseum, Münster
  • 1913, "Sonniger Weg", Westfälisches Landesmuseum Münster
  • 1913, "Promenade in Braun und Grün", Clemens-Sels-Museum, Neuss
  • 1913, "Farbige Formen II", Wilhelm-Hack-Museum, Ludwigshafen
  • 1914, "Reiter und Spaziergänger in der Allee", Museum am Ostwall, Dortmund
  • 1914, "Beflaggte Kirche", Städtisches Museum Mülheim an der Ruhr
  • 1914, "Hutladen", Museum Folkwang, Essen
  • 1914, "Kathedrale zu Freiburg in der Schweiz", Kunstsammlung NRW, Düsseldorf
  • 1914, "Rotes Haus im Park" Städtisches Kunstmuseum, Bonn
  • 1914, "Seiltänzer", Städtisches Kunstmuseum, Bonn
  • 1914, "Promenade", Staatsgalerie Stuttgart
  • 1914, "Lesender Mann im Park", Museum Ludwig, Köln

O elefante(1907)









Índios(1911)

Fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/August_Macke

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Vassíli Kandinsky

Beatriz n03 6anoE

Nascido em Moscou no dia 4 de Dezembro de 1866 , passou grande parte da infância em Odessa. De volta à capital russa, estudou Direito e Economia na Universidade de Moscou, chegando a diplomar-se em Direito aos 26 anos, mas desistiu dessas carreiras.
Já na década de 1910 Kandinsky desenvolve seus primeiros estudos não figurativos, fazendo com que seja considerado o primeiro pintor ocidental a produzir uma tela abstrata.
 Rumou então a Paris onde se relacionou com os artistas de vanguarda.
Nos finais de 1911 encontrava-se em Munique onde, influenciado pela tendência do expressionismo moderno,iniciou seus estudos em pinturana escola de Azbé que  desiludiu Kandinsky, que preferia pintar paisagens coloridas ao ar livre em vez de modelos "mal cheirosos, apáticos, inexpressivos, geralmente destituídos de carácter" ; também   fundou o grupo Der Blaue Reiter no qual também participaram Paul Klee, Franz Marc e August Macke.
    Kandinsky também escreveu poemas brilhantes, abstratos, que fazem referência a cores e linhas, tais quais surgiam na percepção do artista.


O PINTOR:



Vassíli Kandinsky.

OBRAS:





Obra mais famosa de Kandinsky (abstrato)














 A MAIORIA DAS OBRAS DE VASSÍLI KANDINSKY SÃO ABSTRATAS!


fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/Wassily_Kandinsky


sábado, 15 de outubro de 2011

o Histórico do Expressionismo


                               Miguel Zhen Wen Tian 6°ANO E



                       

                                        Formado por artistas como Ernst Ludwig Kirchner (1880 - 1938), Karl Schmidt-Rottluff (1884 - 1976), Erich Heckel (1883 - 1970), Emil Nolde (1867 - 1956), Ernst Barlach (1870 - 1938), entre outros, o grupo define objetivos e procedimentos que ficam, daí por diante, associados ao movimento alemão: o caráter de crítica social da arte; as figuras deformadas, cores contrastantes e pinceladas vigorosas que rejeitam todo tipo de comedimento; a retomada das artes gráficas, especialmente da xilogravura; o interesse pela arte primitiva. Essa poética encontra sua tradução em motivos retirados do cotidiano, nos quais se observam o acento dramático e algumas obsessões temáticas, por exemplo, o sexo e a morte.
                              A arte expressionista encontra suas fontes no romantismo alemão, em sua problematica do isolamento do homem frente à natureza, assim como na defesa de uma poética sensível à expressão do irracional, dos impulsos e paixões individuais. Combina-se a essa matriz, o pós-impressionismo de Vincent van Gogh (1853 - 1890) e Paul Gauguin (1848 - 1903). Do primeiro, destacam-se a intensidade com que cria objetos e cenas, assim como o registro da emoção subjetiva em cores e linhas. Do segundo, um certo achatamento da forma, obtido com o auxílio da suspensão das sombras, o uso de grandes áreas de cor e atenção às culturas primitivas. O imaginário monstruoso do  simbolista. O pintor norueguês Edvard Munch (1863 - 1944) é talvez a maior referência do expressionismo alemão.
A dramaturgia de Ibsen e Strindberg bem como as obras de Van Gogh e Gauguin marcam decisivamente os trabalhos de Munch, em sua ênfase no sentido trágico da vida. A famosa tela O Grito, 1893 - reproduzida dois anos depois em litografia -, fornece uma chave privilegiada de acesso ao seu universo. A pessoa de aspecto fantasmático, em primeiro plano, define um foco que arrasta todo o cenário. As linhas deformadas da figura expandem-se pelo entorno, que participa da angústia do grito, emitido por ela própria, segundo algumas leituras, ou pela natureza, de acordo com Munch em texto escrito para o quadro, publicado na Revue Blanche, em 1895: "Tornei-me consciente do infinito e vasto grito da natureza". A distorção da figura que grita - ou que abafa com as mãos o grito da natureza -, sobre a qual paira a imagem da morte, afasta qualquer idéia de beleza.
                          O expressionismo conhece desdobramentos em outros grupos na Alemanha, como o Der Blaue Reiter [O Cavaleiro Azul], de Franz Marc (1880 - 1916) e Wassily Kandinsky (1866 - 1944), criado em 1911, e considerado um dos pontos altos do movimento. Após a Primeira Guerra Mundial, 1914-1918, a voga expressionista reverbera na produção dos artistas reunidos em torno da neue sachlichkeit [nova objetividade], Otto Dix (1891 - 1969) e George Grosz (1893-1959), por exemplo. Perseguido pelos nazistas em 1933 como "arte degenerada", o expressionismo é retomado após a Segunda Guerra Mundial (1939 - 1945), num contexto de crítica ao facismo e de tematização dos horrores da guerra, cujo exemplo maior é Guernica, de Pablo Picasso (1881 - 1973).
Fora da Alemanha, manifestações de cunho expressionista aparecem na Bélgica e Holanda nas obras de Constant Permeke (1886 - 1952), Gustave de Smet (1877 - 1943), Jan Toorop, H. Werckmann e outros. Na França, trabalhos de Henri Matisse (1869 - 1954), André Derain (1880 - 1954), Raoul Dufy (1877 - 1953), Georges Rouault (1871 - 1958), Marc Chagall (1887 - 1985), Chaim Soutine (1893 - 1943) e outros dialogam, de modos diferentes, com o expressionismo alemão. É possível lembrar ainda os austríacos Egon Schiele (1890 - 1918) e Oskar Kokoschka (1886 - 1980), que desenvolvem pesquisas de franca inclinação expressionista, incentivadas pelos estudos psicanalíticos de Freud, na Viena no fim do século. Após os anos 1950, o expressionismo abstrato aparece como principal herdeiro do movimento nos Estados Unidos.
                       No Brasil, a produção dos anos 1915 e 1916 de Anita Malfatti (1889 - 1964), em trabalhos como O Japonês, A Estudante Russa e A Boba, são reveladores de seu aprendizado expressionista. Ainda no contexto modernista, é possível lembrar a forte dicção expressionista de parte da obra Lasar Segall (1891-1957) e o expressionismo sui generis de Oswaldo Goeldi (1895 - 1961). Mais para frente, com as obras de Flávio de Carvalho (1899 - 1973), e com as pinturas de Iberê Camargo (1914 - 1994), percebem-se as possibilidades abertas pela sintaxe expressionista do país.
fontes:http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_ic/index.cfm?fuseaction=termos_texto&cd_verbete=3784

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Beatriz-03

AUDREY VINCENT BEARDSLEY

Audrey Vincent Beardsley foi um escritor e ilustador.
Beardsley nasceu dia 21 de agosto de1872 na Inglaterra.
Estudou na escola de Briston Grammar school onde teve seus escritos e desenhos publicados pela primeira vez.Elaborava suas imagens atráves do claro-escuro e das sutilezas entre as variações de preto e branco.Explorouas temáticas eróticas no art nouveau.Audrey Vincent Beardsley modernizava várias obras de artes gráficas .Também foi fundador da "YELOW BOOK.O art nouveau foi um movimento artístico do final do século xix ,que buscava, essencialmente,promover uma reforma nas artes de forma a libertá-la dos cânones acadêmicos.Suas únicas obras coloridas eram as japonesas,quando Beardsley começou a fazer essas pinturas tanto Vincent Van Gogh,Willian morris e Charles Rennie foram grandes admiradores das estanpas japonesas.

Algumas de suas obras:



Audrey Vincent Beardsley





 
 
uma das obras mais famosas de Beardsley.









[Ando_Hiroshige_02.jpg]
uma de suas obras japonesas.


FONTES:
http://ww.google.com.br/imgremes?imgurl=http://4.b.p.com/da9
http://www.cursodehitoriadaarte.com.br/lopreto/index.php
http://pt.wikipedia.org/wiki/audrey-beardsley






terça-feira, 23 de agosto de 2011

Gabriela Cristina-nº12 6ºE Pierre Bonnard

Pierre Bonnard



Nome completo
Pierre Bonnard
Nascimento
Morte
Nacionalidade
francês
Ocupação
Movimento estético
pós impressionismo


Filho de um chefe de negócios de Ministério da Guerra, e com mais dois irmãos, Bonnard deveria formar-se em Direito, pela Sorbonne, para cumprir o desejo de seu pai. No entanto, depois de dois anos em Paris, inscreveu-se na Academia das Belas Artes e na Academia Julian, começando aí a sua carreira artística. Na academia formou-se um grupo de artistas do qual fazia parte Bonnard assim como Paul Sérusier, Maurice Denis, Henri-Gabriel Ibels, Paul Ranson, Ker Xavier Roussel e Edouard Vuillard. Esse grupo ficou conhecido por Grupo Nabis, ou Les Nabis. Bonnard que um dia, na escola das Belas Artes, viu uma exposição de arte japonesa, ficou tão impressionado com as obras aí apresentadas que passou a ser chamado pelos seus companheiros de o nabi japonês.
Teve um ateliê com os pintores Denis e Vuillar, onde recebia seu amigo Toulouse-Lautrec. A primeira apresentação de sua obra ocorreu em 1893, no Salão dos Independentes, e a segunda, meses depois, na galeria de Durand-Ruel. A essa altura também trabalhava como ilustrador para a revista La Revue Blanche. O galerista Vuillard organizou uma exposição com suas melhores litografias, muitas das quais mostravam a influência do simbolista Redon. A partir de 1907 realizou uma longa viagem pela Europa. Estabelece-se em Saint-Germain-en-Laye durante a Primeira Guerra Mundial. Em 1924 fez sua primeira grande retrospectiva. Ganhou duas vezes o prêmio Carnegie.
Em 1925 casou-se com Marie Boursin, conhecida por Marthe, que viria a servir de modelo em algumas das suas obras.
Junto com Gauguin, Bonnard foi sem dúvida um dos pintores mais interessantes do grupo dos Nabis. A sua pintura de interiores, de cores claras e luminosas, reflete a capacidade de captar os pequenos detalhes, sob um efeito emocional. Os objetos parecem se formar pela solidificação do ar. Os nus de Bonnard nada mais são do que experimentações, nas quais o pintor tenta pesquisar a variação das cores sob a luz. O resultado é uma obra de tranqüila intimidade.

Exposições

  • Galerie Durand-Ruel (1896)
  • Salão dos Independentes (Paris) (1891)
  • Galeria Le Barc de Boutteville
  • Salão de Outono
  • galeria Bernheim-Jeune
  • Art Institute de Chicago

Algumas de suas pinturas


  

Bibliografia: http://en.wikipedia.org/wiki/Pierre_Bonnard
Fotos: http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&q=pierre+bonnard&meta=&rlz=1I7ADSA_pt-BR

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Gabriela Cristina-nº12 6ºE religiosidade e mitologia


As figuras mitológicas estão presentes na maioria das religiões e a maior parte das mitologias estão atadas a pelo menos uma religião. Alguns usam a palavra mito e mitologia para desacreditar as histórias de uma ou mais religiões.
O termo mitologia é freqüentemente associado às descrições de religiões fundadas por sociedade antigas, que quase foram ou foram extintas,  como:
MITOLOGIA ROMANA que tem entre seus deuses - Baco, Cupido, Diana e Fortuna
MITOLOGIA GREGA que tem entre seus deuses - Hera, Posseison e Zeus
MITOLOGIA EGÍPCIA que tem entre seus deuses - Osíris, Ísis, Seth e Néftis
No entanto, é importante ter em mente que enquanto alguns vêem os panteões nórdicos e célticos como fábulas outros os têm como religião.
Muitas pessoas concordam que cada religião tem um grupo de mitos os quais desenvolveram-se somados às escrituras.
Um exemplo cotidiano ocorre nos países cuja maioria populacional segue religiões de origem judaico-cristãs, como o Brasil ou México. Quando um seguidor de outra religião que não a cristã refere-se ao cristianismo como sendo um conjunto de mitos, seus seguidores sentem-se ofendidos.
Alguns usam os termos mito e mitologia para ilustrar histórias de uma ou mais religiões como algo falso ou duvidoso. Enquanto quase todos os dicionários incluem essa definição, mito nem sempre significa que uma história é falsa, tampouco verdadeira. O termo é constantemente utilizado nesse sentido de descrever religiões criadas pelas sociedades antigas, cujos ritos estão quase extintos. Muitas pessoas não consideram as histórias sobre a origem e acontecidos, como contadores de mitos; eles vêem seus textos sagrados como possuindo verdades religiosas, inspiradas divinamente, mas não repassadas em linguagens humanas. Outros separam suas crenças de histórias similares de outras culturas e se referem a estas como história. Essas pessoas se opõem ao uso da palavra “mito” para descrever suas crenças.
Para o propósito desse artigo a palavra mitologia é usada para se referir a histórias, que, enquanto podem ou não serem factuais, revelam verdades fundamentais e pensamentos sobre a natureza humana, através do freqüente uso de arquétipos. Também é necessário frisar que as histórias discutidas expressam pontos de vista e crenças de um país, um período no tempo, cultura e/ou religião a qual lhes deu à luz. Uma pessoa pode falar de mitologia Judaica, mitologia Cristã ou mesmo mitologia Islâmica, onde cada uma descreve os elementos míticos nessas religiões sem se referir à veracidade sobre a sua história.
MITOLOGIA ROMANA

MITOLOGIA GREGA

MITOLOGIA EGÍPCIA


Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia


Palas Atena ou Atenéia (Minerva para os romanos)




Atena, deusa da sabedoria e padroeira das artes domésticas (agricultura e navegação, para os homens e tecelagem, fiação e bordado para as mulheres), padroeira da guerra (não da selvageria, mas da proteção dos que sofriam o ataque), nasceu da cabeça de Zeus ou Júpiter, já adulta, completamente armada, depois que este teve uma terrível dor de cabeça e pediu que Hefaísto ou Vulcano lhe abrisse a cabeça ao meio com um machado. Ganhou a devoção dos atenienses quando presenteou a humanidade com a oliveira, árvore principal da Grécia.
Diz a lenda que, no reinado de Cécrope, o primeiro rei de Atenas, Netuno e Atena disputaram a posse da cidade. Os deuses decidiram que o prêmio seria dado àquele que oferecesse aos mortais o presente mais útil. Netuno ofereceu um cavalo e Minerva, a oliveira. Os deuses decidiram que a oliveira era mais útil e concederam a cidade a Minerva, que lhe deu o nome, pois Minerva, em grego, significa  Atena.

Clara Novaes de Oliveira dos Santos - no. 9 - Turma 6o. E

Fonte: O Livro de Ouro da Mitologia - Histórias de Deuses e Heróis - Thomas Bulfinch.